Tratamento de madeira para cercas

Quando resolvi fazer uma vedação à volta  da minha chácara, pensei em utilizar toros de pinho tratado, não porque seja o que mais se vê em cercas de propriedades rurais e também na vedação das novas estradas (o que parece ser garantia de durabilidade), mas porque daria um aspeto mais rústico, o que era uma exigência que fizera a mim próprio: fazer uma quintinha o mais ecológica possível, sem esquecer a rusticidade, utilizando materiais de pouco custo e que se enquadrassem no meio ambiente rural.

Infelizmente, o preço que me foi pedido por essa madeira obrigou-me a desistir da ideia e a procurar outras alternativas de menor custo. Espetar paus de pinho ou eucalipto na terra sem o tratamento adequado, não podia ser uma opção válida, pois rapidamente apodreceriam e teriam de ser substituídos a breve trecho.

Sempre a pensar em gastar o menos possível, decidi fazer eu mesmo os prumos/mourões para a vedação, utilizando cimento, areia e algum ferro. Foi a melhor opção em termos de preço e também de durabilidade; em preço, porque como já disse em outros posts do blog, eu sempre utilizei na construção da minha chácara materiais reaproveitados de aterros ou lixeiras ou, no caso da areia, de valetas, rios ou ribeiros. No caso da durabilidade, mesmo considerando que os prumos/mourões de pinho tratados podem durar muitos anos, a humidade, na parte da madeira que fica em contato com a terra, irá abreviar a sua duração, o que coloca os mourões de betão/concreto em grande vantagem, pois estes se forem feitos de forma correta, serão eternos. 

A madeira, que já de si não é barata, vê seu preço bastante encarecido com o tratamento a que tem de ser sujeita. Industrialmente esse tratamento designa-se por autoclavagem e parece ser algo complexo e dispendioso, o que justifica o seu preço elevado. A autoclavagem é um moderno processo industrial de tratamento de madeira, que incorpora tecnologia desenvolvida nos campos da mecânica e da química.

Através de autoclavagem é possível impregnar profundamente a madeira com produtos inseticidas e fungicidas de ação comprovada, protegendo-a contra o apodrecimento, o cupim e outros agentes biológicos de deterioração.

Mas... será possível fazermos nós próprios o tratamento da madeira para construir uma cerca ou, até, para uma cabana de troncos? Fui à procura de respostas e encontrei explicações sobre o modo de o fazer...

Tratamento com preservativos hidrossolúveis


As madeiras utilizadas em cercas e postes deverão ser tratadas para aumentar a sua durabilidade. Cupins e outros insetos abrem galerias no interior das madeiras onde se vão alojar fungos que depositam certas substâncias químicas que provocam a sua decomposição e, ao fim de dois ou três anos, as madeiras apodrecem.

O remédio para aumentar a longevidade das chamadas “madeiras brancas”, em pelo menos dez anos, consiste num tratamento à base de preservativos hidrossolúveis, cuja ação é muito simples: a solução penetra na madeira ocupando o lugar da seiva e barrando a entrada dos fungos e outros bichinhos indesejáveis.

Abatas as árvores e transporte-as deitadas para não perderem a seiva. Corte e descasque de modo a obter madeiras roliças que podem ser de diâmetro variável, mas com comprimento máximo de até quatro metros. Prepare a solução preservativa – conforme as instruções – num tambor revestido com Neutrol e coloque as peças de madeira em “pé” em outro recipiente igual ou num tanque de cimento. Esta operação deve ser feita em 24 horas, pois o tratamento exige madeira bem verde. Deixe as peças de molho quatro ou cinco dias com o líquido numa altura entre 40 e 80 cm e à medida que elas forem chupando a solução vá completando o nível. As madeiras estarão no ponto quando escurecerem totalmente. Ponha-as para secar deitadas no chão, fazendo um pilha tipo gaiola, por um período de 30 a 40 dias. Estando secas, lave-as para retirar o excesso de preservativo e estarão prontas para uso.

Existem dois tipos de preservativo hidrossolúveis para madeira: em pasta, ou em líquido.

Há diferentes tipos de pastas hidrossolúveis para diferentes madeiras, variando consoante a sua utilização e tipo de escala de produção, ou seja, produção caseira ou industrial.

Há duas formas de ação dos preservativos hidrossolúveis. Alguns atuam entrando nos vasos lenhosos das madeiras, ocupando o lugar da seiva e servindo como um bálsamo. As pastas atuam formando uma película protetora na superfície da madeira, impedindo o ataque das pragas.

A relação da quantidade de pasta/água também é extremamente variável e específica, de acordo com os critérios acima citados: tipo de madeira, utilização e escala de produção.

Tratamento por carbonização


Um processo mais simples e mais barato é o tratamento por carbonização, podendo também desse modo a madeira ser utilizada por vários anos, sem problemas.

Primeiro, escolha um local, de preferência ao lado de uma barreira e acenda o fogo. Pode utilizar bagaço, lenha, palha, óleo ou outro combustível qualquer. Faça o fogo ao lado da barreira para apoiar as peças a serem carbonizadas.

De seguida, coloque a madeira estendida no chão, deixando exposta ao fogo apenas a parte que ficará enterrada no solo. Se a parte a ser enterrada for de 50cm, carbonize 20cm a mais. À medida que as peças começarem a queimar vá-as girando e apagando as brasas. Deixe carbonizar de todos os lados, mas cuidado para que haja carbonização somente da parte de fora da madeira. O interior não deverá ser atingido, para que se mantenha forte e resistente.

ALZUGARAY, Domingo; ALZUGARAY, Cátia. Copyright Editora Três Ltda. São Paulo, Brasil. VIDA, Um Guia de Auto-Suficiência.

Neste endereço encontra explicações mais detalhadas sobre a forma de tratar a madeira:
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/310319/1/doc96.pdf

Devo salientar que nunca tratei madeiras deste modo, por isso não sei qual o grau de eficiência de qualquer destes métodos, mas certamente valerá a pena fazê-lo, pois a madeira enterrada no solo, sem tratamento, apodrece rapidamente e só será aceitável se for para fazer cercas provisórias. Isto, claro, se quisermos poupar algum dinheiro, não recorrendo à compra de madeiras já tratadas. O tratamento por carbonização parece um processo de baixo custo, uma vez que não é necessário adquirir qualquer produto, porém será mais trabalhoso, quase como um regresso ao tempo do Homo erectus, quando essa as antigas civilizações descobriram o fogo e começaram a endurecer as pontas das suas lanças de madeira através da carbonização. Mas uma coisa é certa: é sem dúvida um processo mais ecológico, pois dispensa o uso de qualquer produto tóxico.

Uma forma de tratar as madeiras toscas expostas à chuva, bastante utilizada (um método que já utilizei muitas vezes), é “pintar” as madeiras com óleo queimado aquecido, mas somente em madeiras serradas, pois dessa maneira o óleo apenas penetra superficialmente na madeira. No entanto, em toros de pinho ou eucalipto secos, pode-se fazer a imersão em óleo queimado bem quente, deixando ficar a madeira mergulhada durante algumas horas para impregnar bem. A vasilha para o banho da madeira poderá ser feita com três tambores vazios de 200 litros cada, cortados ao meio no sentido longitudinal e soldados de maneira a obter uma espécie de cocho.

De qualquer maneira, em cercas, a parte da madeira que fica enterrada no solo, vai ter necessariamente um período de vida menor, que pode obrigar à sua substituição após alguns anos. Isso vai também depender muito do sucesso do tratamento e esse trabalho feito por profissionais terá, em princípio, maior percentagem de êxito.

Cerca construída com colunas de cimento com as medidas de 0,09X0,09cm, que eu próprio fiz,
 como alternativa à madeira, por serem mais duráveis. Utilizei rede "ovelheira" (assim chamada
por ser normalmente usada em cercas para rebanhos), por ser de baixo custo relativamente a
outro tipo de redes. 
Os prumos, colunas ou mourões de betão/concreto poderão ser uma alternativa mais duradoura se não ligarmos a pormenores de aparência. E se forem construídos por mão própria, não ficarão muito dispendiosos e são de fácil execução: basta fazer uma armação em ferro de 6 ou 8mm e uma cofragem com apenas duas tábuas. A largura e o comprimento das tábuas dependerão da medida que queremos para os prumos; creio que para a largura e espessura 8 a 10cm cm será uma medida razoável. Depois é só encher com massa de cimento, areia e brita miúda, na proporção de 1, 3, 2, podendo as tábuas serem retiradas poucas horas depois, para voltarem a ser de novo utilizadas.

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Os três vídeos referentes a este projeto, publicados no Youtube, estão prestes a atingir um milhão de visualizações... Não perca!   Quero ler o artigo 


Comentários

  1. Boa noite amigo José Alexandre
    Mais um assunto que me interessa. Paus tratados.
    Há cerca de 10 anos construi uma barraca no meu terreno para guardar lenha. Fiz a estrutura com paus de eucalipto para os pilares e o restante com madeiras de caixotes das peças auto que fui adquirir a um depósito que separa este tipo de madeira oriundo dos paises nórdicos. Só os prumos é que eram de eucalipto das redondezas. Abri covas com cerca de 70 cm, enchi de óleo queimado, coloquei os paus e atasquei com massa de cimento. Construí a barraca ao mesmo tempo que o meu sogro gozava comigo: -Isso não dura dois anos, a madeira apodrece e a barraca vai nas horas.
    Tá bem, deixa...!
    A barraca ainda lá está e resistiu a vendavais e outros temporais, sólida que nem rocha, já lá vao dez anos. No esterior pincelei as madeiras com óleo queimado, ficou com um aspecto rústico, agora a hera trepadeira está a cobri-la. Para barraca de lenha não está mal. Digo isto porque de facto é sabido que o eucalipto dura muito pouco, mas estes lá vão aguentando.
    Um abraço
    Camilo

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    1. Olá amigo Camilo
      O eucalipto novo com um diâmetro reduzido que utilizamos para fazer barracões e outros fins, se estiver exposto à chuva dura pouco tempo e em contato com a terra ainda dura menos, mas o amigo Camilo, com a sua criatividade resolveu o problema de forma original. Eu já fiz algumas barracas envolvendo a parte dos paus que fica enterrada, em sacos de plástico para isolar da humidade, mas só dá resultado se o plástico for bom e não se romper. Agora quando tiver necessidade de "armar" mais uma barraca vou experimentar o tratamento por carbonização.
      Um abraço e obrigado por mais esta participação.

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    2. oi bom dia gostaria de saber mais tratamento de madeira p cerca. e onde posso conseguir esse tratamento.
      as químicas.

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    3. Bom dia.
      Eu não sei mais do que aquilo que escrevi no artigo, mas posso informá-la que algumas lojas lojas que vendem produtos para a agricultura e também para a construção civil, encontram-se à venda toros já tratados para serem aplicados em cercas e para outros usos.

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    4. Acessem o site do MercadoLivre, lá digitem kit de tratamento de madeira ou palanque, vocês encontrarão é barato e eficiente. Abraços

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  2. Pelo que pude entender o melhor seria carbonizar as pontas que ficarão enterradas, posterior passar óleo queimado e pintar todo o mourão com tinta p madeira. Correto????

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  3. Olá. Preciso de ajuda. Tenho 80 peças de eucalipto com 3m de comprimento e 10 a 15cm de diâmetro. Pretendo usá-las para plantio de maracujá, e vou enterrá-las 50cm. O fato é que esse Eucalipto foi colhido a 30 dias e não tem tratamento nenhum. Esta armazenado no coberto. Pensei em deixar 60 a 70cm mergulhados no óleo queimado durante 24 hs antes de utilizar. Estou certo, ou tem outra forma mais eficiente? Obrigado.

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    1. O óleo queimado pode ser uma solução, mas para que ele penetre na madeira será melhor aquecê-lo bem primeiro.

      No entanto, neste caso, a madeira já deve estar seca para que fique impregnada pelo óleo. O tratamento descrito no artigo seria, talvez, mais eficaz, mas de qualquer modo já não o poderá fazer, porque a madeira teria que ser cortada e logo após mergulhada no líquido.

      O essencial para que a parte da madeira enterrada não apodreça é fazer o seu isolamento para que a humidade não entre no pau. Um tratamento com óleo queimado fica barato, mas não vai ser uma solução eterna, apenas retarda o apodrecimento. Se encontrar maneira de impermeabilizar eficazmente a parte que fica mergulhada na terra terá o problema resolvido.

      Os meus cumprimentos.

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    2. Tente o seguinte método: Após utilizar o método do óleo queimado quente, pegue uma garrafas pet de 2 litros e corte a superior na altura onde começa a se formar o bico, introduza o mourão até o final e de o acabamento com um maçarico para selar e plastificar o pé do mourão, garanto que isto ajudara!

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    3. Tente o seguinte método: Após utilizar o método do óleo queimado quente, pegue uma garrafa pet de 2 litros e corte a altura superior onde começa a se formar o bico, introduza o mourão até o final pegue outra garrafa e corte a parte superior e inferior e novamente introduza ao mourão ate que toda a parte a ser enterrada seja coberta e por fim de o acabamento com um maçarico para plastificar tudo, garanto que isto ajudara!
      De uma olhada neste vídeo do You tube:
      https://www.youtube.com/watch?v=KMGozdYWFhw

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    4. Obrigado pela participação. É muito interessante o seu conselho que poderá ser de grande ajuda para os leitores do blog.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. boa tarde, quantas vezes se deve pintar no caso do óleo queimado? pintar uma vez chega? ou será necessário mais?

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    1. Penso que quer saber se deve ser dada uma ou mais demãos de óleo queimado nos paus... claro que será melhor pintar mais do que uma vez, mas o óleo queimado é utilizado apenas por uma questão de economia, pois existem soluções melhores. No caso de madeira utilizada na construção de barracões, por exemplo, é bom de quando em vez dar uma pintura de óleo queimado, na altura do verão, porque isso evita o ressequimento da madeira.

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  6. Pode-se fazer um buraco pouca coisa mais largo do que a madeira e encher essa diferença com espuma de poliuretano expansiva. A espuma, depois de seca, não deixa passar a umidade. De qualquer forma, pode-se pintar também com óleo ou usar outro método.

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  7. No meu anexo fiz o teto interior de e pinho norueguês há cerce de 15 anos. Gostaria de fazer um trato com pincel ou pistola, a fim de embelezar um pouco e mais importante tratar a madeira. Quem me aconselha no produto a aplicar que não seja muito caro. Obrigado e tenha um Bom Natal

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    1. É difícil assim à distância aconselhar um produto. Acho que o melhor será consultar uma loja especializada que exista na sua zona. Lá poderá optar por um produto que lhe garanta o melhor preço/qualidade, pois existem produtos com custos muito diferentes e, claro, com qualidades diferentes também. Um Bom Natal também para si.

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  8. Olá amigo bom dia.
    Será que o tratamento dos mourões de eucalipto tratado ficarão mais resistentes com a aplicação de neutrol na base??
    Aguardo contato.
    Obrigado

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    1. Tanto quanto sei o Neutrol é uma tinta asfáltica está mais indicada para a proteção de estruturas de concreto e alvenaria. Também é aplicada para proteger madeiras, mas quando estas não estão sujeitas a intempéries. Sinceramente não sei se vale a pena aplicar esse produto nos mourões.

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  9. ola boa noite, meu nome é wagner
    tenho algumas peças de eucalipto sem tratamento, posso apenas descascar e passar algumas demãos de polistain ou algum tipo de vernis ou algo assim? o que pode acontecer?

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    1. Os paus de eucalipto devem ser sempre descascados, pois isso vai evitar o alojamento de fungos e do bicho da madeira. Se as peças estiverem expostas à chuva devem ser tratadas, mas quanto ao produto depende do investimento que queira fazer ou da utilização que está a fazer da madeira. Caso se trate de uma cerca e se os paus foram enterrados sem tratamento, acho que não vale a pena fazer qualquer tratamento, porque a madeira vai apodrecer rapidamente nessa parte.

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  10. No meu sítio em Extrema sul de minas na primeira fase usei óleo queimado , mas não gostei achei fraco :Agora estou mudando de método apliquei Neutrol abundantemente com broxa , e deixei derretendo ao sol formou uma camada bem espessa , nas pontas fritava a madeira estava absorvendo o produto ; sendo pixe deve isolar muito bem e ficar repelente aos bichos .

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  11. Tenho especialização em impermeabilização , e sei que o Mactra set funciona maravilhosamente contra umidade , em alvenaria , estou fazendo testes em mourões de eucalipto serrado , bem sequinhos deve funcionar muito bem ,mesmo havendo dilatação linear deve funcionar poid o produto é de ótima aderência . Posteriormente além do mactra set usarei filme strecht para reforçar ....

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  12. O método da carbonização funciona é antigo muito usado pelos japoneses , simples e barato , pode ser feito com um maçariquinho de mão .
    Minha mãe usava cinzas de madeira para preparar metanol como mistura de sabão caseiro , sendo fácil de fazer ;coloca cinza numa lata com fundo furado e coloca água o líquido que sai embaixo se chama adquada .ou metanol de madeira e é um poderoso tratador de madeiras , vale a pena experimentar , bom e barato ;só queimar po de serra ou madeiras e fazer a mistura por ser bem tóxico os cupins passarão bem longe .

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    1. Muito obrigado por contar as suas experiências com o tratamento de madeiras. Os seus comentários agregam valor a este post e podem ser muito úteis para os leitores.

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  13. Boa noite, vou cercar um terreno e disponho de muto pouco orçamento, pensei em utilizar a técnica de carbonização. e gostaria de tirar algumas dúvidas.

    1- É necessário esperar os mourões secarem para carbonizar?
    2- Carbonizado e passado o óleo queimado quanto tempo em média ira durar esta cerca?
    3- posso fazer algo a mais para aumentar a vida util desses mourões, como por exemplo encimentar os pédos mourões?

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  14. Os mourões deverão estar secos antes da carbonização. Quanto ao tempo de duração depende de como o trabalho seja feito, mas acho que não deve durar mais de uma dúzia de anos. O cimentar o pés dos mourões não lhe irá dar maior duração uma vez que estarão expostos na mesma à humidade. Para uma grande duração era fazer um tratamento por imersão igual ao que é feito aos poste de telefone, por exemplo...

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